O crescimento do e-commerce trouxe novas oportunidades para as empresas, mas também ampliou os riscos de fraudes e ataques cibernéticos. A preocupação com a segurança digital aumentou, principalmente quando se trata da proteção de dados financeiros dos clientes.
Um levantamento do E-Commerce Trends 2024 revelou que 92% dos consumidores já desistiram de uma compra online por medo de fraudes. Esse dado evidencia a importância de garantir um ambiente seguro para transações, protegendo tanto a empresa quanto seus clientes de possíveis ameaças.
Neste artigo, vamos explorar as melhores práticas para reforçar a segurança digital nos pagamentos, garantindo a confiança dos consumidores e a credibilidade do seu negócio. Acompanhe!
A segurança digital no contexto de pagamentos considera o conjunto de práticas, tecnologias e normas adotadas para proteger informações sensíveis durante transações financeiras. Isso inclui a prevenção contra fraudes, vazamento de dados e acessos não autorizados, garantindo que clientes e empresas realizem pagamentos de forma segura e confiável.
Para isso, diversas medidas são implementadas, como criptografia de dados, autenticação de múltiplos fatores, tokens de segurança e certificações de conformidade, como PCI DSS e LGPD. Essas soluções são essenciais para minimizar riscos, mantendo a integridade das transações online.
No próximo tópico, veremos quais são os principais riscos que podem comprometer a segurança digital dos pagamentos e como preveni-los.
A digitalização dos pagamentos trouxe mais praticidade para empresas e consumidores, abrindo espaço para novos tipos de fraudes e ataques cibernéticos. Proteger as transações financeiras exige atenção constante, pois criminosos utilizam diversas estratégias para capturar informações sensíveis e explorar vulnerabilidades dos sistemas.
A seguir, conheça as principais ameaças que podem comprometer a segurança dos pagamentos e entenda como evitá-las.
O phishing é um dos golpes mais comuns no ambiente digital e ocorre quando criminosos tentam enganar usuários para que forneçam dados bancários, senhas e informações pessoais. Normalmente, isso acontece por meio de e-mails, mensagens ou sites falsos, que simulam páginas legítimas para capturar as credenciais dos clientes.
Exemplo: um cliente recebe um e-mail supostamente enviado pelo banco ou operadora de cartão, solicitando que ele atualize seus dados. Ao clicar no link, ele é direcionado para um site falso que coleta suas informações e permite que fraudadores realizem transações não autorizadas.
O vazamento de dados ocorre quando informações financeiras e pessoais de clientes são expostas indevidamente por conta das falhas de segurança ou ataques cibernéticos. Esse tipo de incidente pode resultar em roubo de identidade, compras fraudulentas e perda de credibilidade para as empresas.
Exemplo: um vazamento massivo de dados comprometeu informações de milhões de usuários de um grande e-commerce, expondo nomes, números de cartão de crédito e endereços. O incidente gerou impactos financeiros para a empresa e levou a sanções devido ao não cumprimento da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).
Os ataques cibernéticos incluem ações como ransomware, malware e invasões a servidores, que podem comprometer toda a infraestrutura de pagamentos de uma empresa. Esses ataques são frequentemente direcionados a sistemas vulneráveis, explorando brechas de segurança para roubar dados, interromper operações ou exigir resgates financeiros.
Exemplo: um e-commerce sofre um ataque de ransomware, em que hackers sequestram seus sistemas e criptografam seus dados, impedindo o processamento de pagamentos. Para recuperar o acesso, os criminosos exigem um pagamento em criptomoedas.
Com o crescimento do e-commerce e das transações digitais, garantir a segurança dos pagamentos se tornou uma prioridade para empresas que desejam oferecer experiências confiáveis e sem riscos para seus clientes. A adoção de múltiplas camadas de proteção é essencial para evitar fraudes, vazamentos de dados e ataques cibernéticos.
A seguir, conheça as práticas fundamentais para tornar os pagamentos mais seguros e proteger as transações do seu negócio.
A autenticação de pagamentos é um dos principais recursos para evitar fraudes. Adoção de múltiplos fatores de autenticação (MFA) adiciona camadas extras de segurança ao processo de compra, dificultando acessos indevidos, assim como a tokenização dos dados do cartão de crédito.
Exemplo: um cliente que faz uma compra online precisa inserir não apenas os dados do cartão, mas também um código enviado para seu celular via SMS ou aplicativo autenticador. Isso reduz significativamente os riscos de fraudes em transações não autorizadas.
Os principais métodos de autenticação incluem:
As fraudes online estão cada vez mais sofisticadas, tornando importante o uso de tecnologias de monitoramento contínuo para identificar e bloquear transações suspeitas em tempo real.
Ferramentas antifraude utilizam inteligência artificial e machine learning para analisar padrões de comportamento do consumidor, identificando transações irregulares e possíveis tentativas de fraude.
Os principais recursos dessas tecnologias incluem:
Exemplo: um sistema antifraude identifica uma tentativa de compra com um cartão registrado no Brasil, mas com IP de outro país e vários erros na digitação do CVV. Esse comportamento é atípico e a transação pode ser bloqueada automaticamente para evitar prejuízos.
Para garantir a proteção dos dados financeiros dos clientes, é fundamental que empresas de pagamentos e e-commerces sigam normas rigorosas de segurança, como o PCI DSS (Payment Card Industry Data Security Standard).
Essa certificação internacional estabelece diretrizes para a armazenagem, processamento e transmissão de informações de cartões de crédito e débito, reduzindo os riscos de vazamentos e acessos não autorizados.
Entre os requisitos do PCI DSS, destacam-se:
Exemplo: um marketplace que segue os padrões PCI DSS protege os dados dos clientes durante o checkout, garantindo que informações como número do cartão e CVV nunca fiquem armazenadas de forma vulnerável.
Estar em conformidade com essas normas não apenas fortalece a segurança, mas também evita penalidades e melhora a reputação da empresa no mercado digital. A combinação dessas tecnologias reduz a incidência de chargebacks e reforça a segurança do ambiente de pagamento digital, protegendo tanto a empresa quanto os clientes.
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